“Se alguém cometeu um crime que merece a pena de morte e, por isso, foi executado e pendurado numa árvore, não deverá permanecer pendurado ali durante a noite. Enterrem o corpo no mesmo dia, pois todo aquele que é pendurado é maldito aos olhos de Deus. Desse modo, vocês evitarão a contaminação da terra que o Senhor, seu Deus, lhes dá como herança.” (Dt 21:22-23/NVT)
"Foi Cristo quem nos redimiu da maldição da Lei quando, a si próprio se tornou maldição em nosso lugar, pois como está escrito: “Maldito todo aquele que for pendurado num madeiro”. Isso aconteceu para que a bênção de Abraão chegasse também aos gentios em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos a promessa do Espírito Santo pela fé. A Lei e a graça da Promessa" (Gl 3:13-14). "Deus fez Daquele que não tinha pecado algum a oferta por todos os nossos pecados, a fim de que Nele nos tornássemos justiça de Deus" (2 Co 5:21), "para resgatar os que estavam subjugados pela Lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos" (Gl 4:5).
Jesus não precisava ter morrido daquele jeito, Ele, como filho de Deus e detentor de poder e autoridade, poderia ter justificado toda humanidade apenas usando Sua palavra. Mas assim como no princípio Deus estabeleceu que a justificação do pecado só era possível com derramamento de sangue, Ele veio para cumprir cada mandamento determinada pelo próprio Pai estabelecendo a redenção completa, cumprindo cada requisito descrito na Lei de Moisés e nos oráculos dos profetas do Antigo Testamento.
Não é possível entender a grandiosidade do sacrifício feito na cruz sem entendermos os parâmetros estipulados por Deus ao homem.
Cada etapa precisava ser cumprida. Cada lei devidamente perfeita (per = auge máximo da ação, fazer = produzir através de determinada ação, grego). Nenhum espaço poderia ficar vazio. Nenhuma restrição para Cristo. Ele totalizou as obras da redenção com maestria e completude. Nenhum ser poderia cobrá-lo por ter pulado etapas ou minimizado o tempo para àquilo que veio a Terra determinado a fazer - salvar toda humanidade das garras da Serpente.
A pior morte lhe foi conferida para que pudesse nos garantir a melhor vida - a eterna.
Os piores insultos lhe foram dados, a fim de suportarmos Nele todas as aflições que passaríamos neste mundo.
Cada açoite, sangue derramado, foi para nos poupar de dores maiores nesta vida.
Ele sofreu calado, sem revidar ou reivindicar Seu direito divino, para que eu e você tivéssemos voz no mundo espiritual todas as vezes que clamarmos pelo Seu Nome.
A benção se fez maldição em nosso lugar. O que se tornou maldito nos abençoou.
"O servo cresceu diante de Deus — uma muda mirrada, uma planta atrofiada num campo ressecado. Não havia nada de atraente Nele, nada que nos levasse a olhá-Lo com atenção. Ele foi desprezado e ignorado, um homem que sofreu, que conheceu a dor por experiência própria. Bastava olhar para Ele, e as pessoas se afastavam. Nós olhamos para Ele com desprezo, pensamos que era escória. Mas o fato é que Ele levou nossas doenças, nossas deformidades, tudo que há de errado em nós. Pensamos que Ele era culpado de tudo isso, que Deus o estava castigando por sua culpa. Mas foram nossos pecados que caíram sobre Ele, que O feriram, dilaceraram e esmagaram — nossos pecados! Ele recebeu o castigo, e isso nos restaurou. Por meio das feridas Dele, somos curados. Somos como ovelhas que se desviaram e se perderam. Cada um de nós fez o que quis, cada um escolheu um caminho próprio. E sobre Ele o Eterno descarregou todos os nossos pecados, tudo que fizemos de errado. Ele foi afligido e torturado, mas não disse uma única palavra. Como a ovelha que é levada ao matadouro ou o cordeiro para ser tosquiado, Ele aceitou tudo em silêncio. A justiça falhou, e ele foi levado — alguém de fato sabia o que estava acontecendo? Morreu sem pensar no próprio bem-estar, golpeado e sangrando pelos pecados do meu povo. Eles o sepultaram com os maus, e O jogaram num túmulo com os ricos, Embora nunca tivesse feito mal a ninguém ou dito uma palavra que não fosse verdadeira. Mas era o que o Eterno tinha em mente desde o início: esmagá-Lo com sofrimento. O plano era que Ele se entregasse como oferta pelo pecado, para que assim visse o fruto disso: vida, vida e mais vida. E por causa Dele o plano do Eterno se realizará" (Is 53:2-10/MSG).
Alegre-se em Cristo!
Ele se entregou para restaurar a sua sorte, para lhe garantir perdão, vida eterna e comunhão com o Pai.

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