quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Devocional 224 - Julgamento.

 Leitura Bíblica: Jó 32 ao 34.

Pois Deus fala repetidamente, embora as pessoas não prestem atenção. Fala em sonhos, em visões durante a noite, quando o sono profundo cai sobre todos, enquanto dormem em suas camas. Sussurra em seus ouvidos e aterroriza-os com advertências. Faz que deixem de praticar o mal e livra-os do orgulho. Preserva-os do túmulo e de serem atravessados pela espada. “Deus os disciplina no leito de enfermidade, com dores constantes nos ossos. (Jó 33:14-19/NVT)

No capitulo 33 aparece outro personagem chamado Eliú, o mais novo dos amigos de Jó que o repreende. 
Ele trata Jó de maneira digna, mas firme. Portanto fala como alguém que tem certeza de tudo.
Ele ouviu os discursos de Jó; conhece o erro cometido por Elifaz, Bildade e Zofar, ao tratar Jó como um personagem suspeito, um hipócrita e um ímpio. Mas o zelo de Eliú é pela honra do nome e caráter de Deus.
Eliú garante que fala com sinceridade e respeito ao Deus que o criou, também fala como alguém que está em um nível de igualdade com Jó. Para começar, lembra a afirmação de Jó de ser inocente e sua acusação contra Deus, por tê-lo tratado como culpado.
Muitas vezes agimos dessa forma a transparecer que nos achamos mais justos que Deus.
Chegamos a expressar palavras duras que denotam uma justiça implacável capaz de punir toda e qualquer pessoa.
Até que chegue em nossa casa.
Até que seja um dos nossos a errar.
É incrível como a percepção do erro muda quando nos é conveniente.
Limitamos a justiça aos outros, nunca a nós.
Para os nossos, todas as desculpas são válidas. 
Todas as circunstâncias são acusadas.
Logo perdemos o senso de justiça e aplacamos dizendo que ninguém pode julgar.
Eliú parece ser assim.
Advoga por Deus e acusa todos daquilo que se acha incapaz de fazer.
Porém, esquecer que é humanos, passivo de erros até maiores dos que o de Jó.
Cada personagem nos traz lições maravilhosas que levadas em consideração, apontam um caminho exemplar para vida, que nos ensina que devemos olhar mais para nossos erros e limitar nossa opinião àquilo que sabemos responder.
Que Deus tenha misericórdia da nossa pretensão e nos perdoe por tantos julgamentos.



 

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